




No dia 05.10, foi apresentado o "Profissão Repórter" sobre deficientes físicos, mostrando como eles vivem e se divertem. Infelizmente não pude ver o programa pois não aguentei o cansaço, mas lendo os comentários pude perceber que quem assistiu gostou muito do que viu. Segue nota no site: "Os repórteres Felipe Gutierrez e Raphael Prado vão à maior festa de surdos do país, que acontece uma vez por ano em São Paulo. Eles mostram os jovens se divertindo com a vibração da música e paquerando com uma linguagem que todo mundo vê.
Eliane Scardovelli e Theo Ruprecht pegam a estrada com a Tribo de Jah, a banda de cegos que ganhou fama cantando reggae. Os músicos se conheceram em uma escola especial e decidiram formar a banda.
A repórter Mariane Salerno acompanha o difícil recomeço de quem passa a viver em uma cadeira de rodas. Martins passava em frente a um bar quando viu uma briga e tentou avisar a polícia. Ele levou um tiro e ficou paraplégico."
* Vou assistir e convido vocês para fazer o mesmo. Para o que é realmente importante, nunca é tarde.
Bjs estalados novamente para toda a equipe do Profissão Repórter pela escolha do tema, sempre tão importante.
** Queridos, tive a satisfação de organizar estas atividades e a alegria de conhecer pessoas como o André, Carlos, Leonardo, Rafael, Tarso e Valmir, além do Rafael e do Fachel da Comissão Técnica, todos do Futsal. E os atletas do basquete: Alex (Escuro), Antônio, Fabiano, Júnior, Lázaro, Marcos, Vagner Morel, Vagner Santos, Valdir e Valoir. Os alunos torceram muito durante os jogos, mas creio que os maiores vencedores fomos nós mesmos.
Comitê Paraolímpico Brasileiro - Futsal
Comitê Paraolímpico Brasileiro - Basquete
Bjos estalados para a equipe da escola por mostrar diferentes realidades para seus alunos e um especial para a supervisora Marli, por se preocupar em transformar as atitudes de seus alunos através do conhecimento.
Na sexta tive o prazer de participar deste evento cujo tema foi "Acessibilidade - Biblioteca para todos", foi maravilhoso e a programação mostra isso. A abertura teve uma linda apresentação com os alunos surdos do Colégio ULBRA Especial Concórdia, orientados pela profª. Graça, com a esquete "Emoções". Sempre me emociono com esta apresentação, aliás me emocionei em vários momentos: com a profª Helen Ortiz esclarecendo vários pontos da cultura surda, com o depoimento da Daiana Droppa, com a bibliotecária Kátia mostrando todo o trabalho realizado através do estágio da Alessandra na biblioteca onde ela atua, a Alessandra que já está contando histórias, tudo lindo mesmo... eu e o Paulo não tínhamos uma apresentação formal, pois isto me deixa muito nervosa e falamos de questões referentes a acessibilidade e bibliotecas. Disse que para mim era impossível falar de bibliotecas, acessibilidade e inclusão, sem falar em sentimentos, relatei minha total impotência diante de querer bem pessoas que não entendem o que eu falo e que eu também não entendo, caso meu e de meu amigo surdo Rafael e o pior: adoro conversar e tenho que usar um intérprete para falar com ele, mas logo isto será resolvido pois vou aprender LIBRAS. Mostrei o vídeo abaixo "La familia silencio" que relata bem isso e minha querida Cinara me passou outro vídeo, ambos são delicados e profundos. Muito bom poder reencontrar colegas e conhecer pessoas que se importam e acreditam nas mesmas coisas que eu, isto não tem preço.
Bjos estalados para as profªs. Lizandra Estabel e Eliane Moro, por nos proporcionarem esses momentos e para os alunos do Curso Técnico em Biblioteconomia que organizaram todo o evento, vocês não são 10, são 1000. Um BIG BJ especial para a Cinara, o Edison, a Samile e a Rosane que tive o prazer de reencontrar lá, faltou só o Ismael.
Olá. Admiro as pessoas que praticam esportes, mesmo sendo uma sedentária contumaz, boicotando meu corpo diariamente. E quando fazem isso apesar da deficiência, minha admiração é muito maior. O exercício, entre outras coisas, traz satisfação, auxilia pessoas que por um motivo ou outro sofrem depressão, é uma forma de socialização e, com algumas exceções, na sua maioria são para todos (financeiramente falando). É isto que mostra a reportagem que vi no Esporte Espetacular, onde as palavras do criador da ONG Adaptsurf, Henrique Saraiva, mostram bem a questão da superação no esporte "Eu vi que realmente não tem limite, a gente mesmo é que bota limite na nossa cabeça e acha que é impossível, mas tem que tentar primeiro para depois falar alguma coisa." Vale a pena assistir a reportagem, para quem é sedentário ou esportista, pois o importante é saber que os limites estão aí para serem vencidos.
Bjos estalados para todos os esportistas e um especial para o Henrique por ter acreditado em si mesmo e possibilitar que outros façam o mesmo.
Gosto de assistir ao Criança Esperança, acho os projetos muito válidos, mas este ano o programa já valeu por mostrar o Profissão Repórter especial, onde crianças entrevistavam portadores de deficiência visual. A reportagem mostrou um pequenino guiando-se com uma espécie de brinquedo ao invés de uma bengala, para que o mesmo aprenda a se locomover. Em outro momento a professora explica que as crianças com essa deficiência precisam ser incentivadas, pois não repetem comportamentos por não enxergarem. Mas o que mais me impressionou foi a pequena Jasmine, brincando com sua alegria de criança, com a amiga, filha de deficientes visuais. Como se pudesse ver, a corajosa Jasmine andou de bicicleta e mais que isso ensinou a menina que estava fazendo a reportagem a fazer o mesmo. Criança é assim mesmo, não tem medo de nada. Quem não pode assistir não se preocupe, segue abaixo link:
Olhem eu e o Pepe dançando na foto e na outra eu, a Matilde e a Filó. Semana passada estive nesta escola conversando e brincando com alunos que leram meus livros. Muitos deles já tinham ouvido falar sobre o Braille, outros possuíam parentes com deficiência visual, o que proporcionou uma troca muito interessante. Um prof. que acompanhava uma das turmas, também conhecia bastante a realidade dos deficientes visuais. As atividades sobre os sentidos foram movimentadas e o retorno foi muito bom. Já com os amigos de Malú, fiquei encantada com a reação deles, enquanto eu contava a história e tirava os animais de pelúcia da caixa, eles iam procurando um por um no livro. Nestas horas todos gostam de cobras, aranhas e outros bichinhos estranhos. Destaque para a aluna que fez a mímica da cobra e do furão e para os desenhos do Pepe, da Matilde e a Filó modelada em massinha que eles fizeram, fiquei emocionada com a homenagem aos personagens.
Bjos estalados para toda a equipe da escola e para os alunos um no coração, soube de alunos que queriam ir, mas estavam gripados e não puderam, para eles o meu BIG BJ especial.